Radiofrequência 2025: 92% dos Pacientes Confirmam FirmezaVirginia Fonseca detalha tratamento facial com tecnologia de radiofrequência para combater a flacidez

Radiofrequência 2025: 92% dos Pacientes Confirmam Firmeza

A discussão sobre rejuvenescimento facial ganhou um novo capítulo em 2025, impulsionada por figuras públicas como Virginia Fonseca, que detalhou sua experiência com a tecnologia de radiofrequência para combater a flacidez. Este procedimento, antes um segredo bem guardado das clínicas de elite, agora está no centro das atenções, representando uma das maiores tendências em dermatologia estética. A crescente demanda por resultados naturais e eficazes, alinhada à filosofia “Quiet Beauty”, posiciona a radiofrequência como uma solução de ponta para quem busca firmeza e uma melhora significativa na textura da pele, sem a necessidade de intervenções cirúrgicas e com baixo tempo de recuperação. O fenômeno é validado por dados robustos: a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) aponta que os procedimentos estéticos não invasivos cresceram 38% entre 2023 e 2025, com a radiofrequência sendo a grande protagonista, responsável por 27% desse aumento. Este cenário de alta procura torna essencial a orientação profissional para garantir segurança e resultados otimizados. Portanto, é crucial buscar uma clínica de dermatologia especializada para uma avaliação criteriosa e a criação de um plano de tratamento personalizado, assegurando que a tecnologia seja aplicada da forma mais benéfica para as necessidades individuais da sua pele. O que é a Radiofrequência e Como Ela Combate a Flacidez? Para entender o fascínio em torno deste tratamento, é fundamental conhecer sua base científica. A radiofrequência é uma tecnologia que utiliza ondas eletromagnéticas para gerar calor controlado nas camadas mais profundas da pele, especificamente na derme, onde se encontram as fibras de colágeno e elastina. O objetivo é atingir uma temperatura ideal, entre 38°C e 45°C, para desencadear uma resposta regenerativa poderosa em duas etapas. Primeiro, ocorre um efeito imediato de contração das fibras de colágeno existentes, proporcionando um “efeito lifting” perceptível logo após a sessão. Este é o chamado efeito “tight” que muitos pacientes relatam. Em um segundo momento, o aquecimento dérmico ativa os fibroblastos, as células responsáveis pela produção de novas fibras de colágeno e elastina. Este processo, conhecido como neocolagênese, é o verdadeiro segredo para resultados duradouros. Ao longo das semanas e meses seguintes ao tratamento, a pele se torna progressivamente mais firme, densa e elástica, resultando na suavização de rugas finas e na melhora do contorno facial. Além disso, a radiofrequência melhora a microcirculação local e a oxigenação dos tecidos, conferindo um aspecto mais saudável e viçoso à pele. A Evolução da Radiofrequência: Das Tecnologias Clássicas às Inovações de 2025 A tecnologia de radiofrequência não é estática; ela evoluiu significativamente, oferecendo hoje uma gama de opções que se adaptam a diferentes necessidades e tipos de pele. Entre 2020 e 2023, as radiofrequências monopolar e bipolar se consolidaram como padrão-ouro para o lifting não cirúrgico. A partir de 2024, a introdução das tecnologias fracionada e microagulhada, como o famoso Morpheus8, representou um salto quântico. Esses equipamentos entregam a energia através de microagulhas que penetram na pele em profundidades controladas (até 4mm), tratando a flacidez em níveis que antes eram inalcançáveis sem cirurgia e promovendo uma reestruturação tecidual muito mais intensa. Em 2025, os avanços são ainda mais impressionantes. Estamos vendo a ascensão da radiofrequência microagulhada robótica, que utiliza inteligência artificial para ajustar automaticamente a profundidade das agulhas e a intensidade da energia conforme a resistência de cada área do tecido. Outra inovação é a criofrequência, que combina o aquecimento profundo da radiofrequência com um resfriamento superficial, aumentando drasticamente o conforto durante o procedimento e a segurança, especialmente para fototipos mais altos. Marcas como Volnewmer, Exilis e Cetrus lideram essa corrida tecnológica, oferecendo equipamentos com controle térmico automatizado e personalização via IA, garantindo tratamentos mais seguros, eficazes e confortáveis. Resultados Comprovados: O que a Ciência e os Pacientes Dizem? A popularidade da radiofrequência não se baseia apenas em relatos de influenciadores; ela é solidamente respaldada por evidências científicas e altos índices de satisfação. Uma revisão sistemática publicada no prestigiado *Journal of Dermatology* em 2024, que analisou 12 ensaios clínicos com 850 pacientes, concluiu que a radiofrequência não ablativa promove uma melhora estatisticamente significativa na firmeza da pele (p < 0,01) e um aumento de 23% na espessura dérmica. Paralelamente, um estudo conduzido pela Universidade de São Paulo (USP) em 2025 com 200 pacientes revelou que 92% deles relataram uma melhora visível na flacidez facial após apenas 4 sessões mensais, com efeitos que se mantiveram por até 12 meses. Os dados de mercado corroboram essa percepção. Pesquisas da Allē indicam que 64% dos pacientes que buscam tratamentos estéticos estão interessados na radiofrequência especificamente para a flacidez facial. A satisfação geral com o tratamento é altíssima, atingindo 94% de acordo com o relatório da SBD de 2025. Estudos de caso de clínicas de referência, como a da Dra. Ana Sousa em Portugal, documentam melhoras de até 78% na firmeza e 60% na redução de rugas finas em pacientes tratadas com protocolos de radiofrequência fracionada. Esses números transformam a radiofrequência de uma promessa em uma realidade comprovada no campo da dermatologia. Protocolos de Tratamento: Como é Feito e Para Quem é Indicado? Um dos grandes trunfos da radiofrequência é sua versatilidade. O tratamento pode ser personalizado para atender a diferentes graus de flacidez e tipos de pele. O protocolo padrão geralmente consiste em 3 a 4 sessões, realizadas com intervalo de 30 dias. Para manutenção dos resultados, recomenda-se uma sessão semestral ou anual, dependendo da avaliação do dermatologista. O procedimento é indicado para homens e mulheres, geralmente a partir dos 30 anos, que começam a notar os primeiros sinais de perda de firmeza na face, pescoço e contorno da mandíbula. A escolha da tecnologia é crucial e deve ser feita por um profissional qualificado. Para peles claras (Fototipos I-III) com flacidez leve a moderada, a radiofrequência monopolar ou fracionada superficial pode ser suficiente. Já para peles morenas e escuras (Fototipos IV-VI), a radiofrequência microagulhada ou a criofrequência são mais seguras, pois minimizam o risco de hiperpigmentação pós-inflamatória. Em casos de flacidez mais acentuada, os especialistas frequentemente recomendam a combinação de tratamentos. A associação da radiofrequência com bioestimuladores de colágeno (como ácido polilático ou hidroxiapatita de cálcio) ou com o ultrassom microfocado potencializa drasticamente os resultados, promovendo um efeito de lifting ainda mais robusto e duradouro. Segurança, Recuperação e Cuidados Pós-Tratamento A segurança e o tempo de recuperação mínimo são os principais atrativos da radiofrequência. O procedimento é considerado muito seguro quando realizado por um profissional habilitado e com equipamentos certificados. Um dos desafios comuns, a dor ou desconforto, é hoje amplamente contornado com o uso de anestésicos tópicos e tecnologias de resfriamento contínuo integradas aos aparelhos modernos. Após a sessão, é comum a pele apresentar uma leve vermelhidão (eritema), que geralmente desaparece em poucas horas, permitindo o retorno imediato às atividades diárias. Para otimizar e prolongar os resultados, os cuidados pós-tratamento são fundamentais. A pele não fica sensibilizada como em procedimentos ablativos, mas algumas recomendações são essenciais. O uso diário e disciplinado de um filtro solar de amplo espectro (FPS 50 ou superior) é inegociável para proteger a pele e o novo colágeno. Além disso, a rotina de cuidados com a pele deve incluir cosmecêuticos que potencializem a hidratação e a firmeza. Produtos contendo ácido hialurônico de baixo peso molecular, peptídeos sinalizadores e fatores de crescimento são excelentes aliados, pois ajudam a nutrir a pele e a sustentar o processo de regeneração ativado pela radiofrequência. Evitar a exposição solar intensa nos primeiros dias após o procedimento também é uma medida prudente. Recomendações dos Especialistas do SKIN TODAY Avaliação Profissional é o Primeiro Passo: Antes de decidir pela radiofrequência, consulte um dermatologista. Apenas um especialista pode avaliar corretamente seu tipo de pele, grau de flacidez e indicar o protocolo mais adequado, seja a radiofrequência isolada ou combinada com outras tecnologias. Entenda o Tratamento como um Processo: Os resultados mais significativos da radiofrequência são progressivos. Comprometa-se com o número de sessões recomendado e com o plano de manutenção. Entenda que o objetivo é estimular a produção natural de colágeno, um processo que leva tempo para atingir seu pico. Potencialize os Resultados com Cuidados em Casa: O sucesso do tratamento não termina na clínica. Uma rotina de skincare bem estruturada, com fotoproteção rigorosa e o uso de cosmecêuticos com ativos firmadores e hidratantes, é crucial para maximizar e prolongar a firmeza e a qualidade da pele. “A radiofrequência é hoje o tratamento mais seguro e eficaz para flacidez facial, especialmente quando combinada com protocolos personalizados. A evolução da tecnologia permite resultados cada vez mais naturais, com mínima dor e recuperação, atendendo à demanda do paciente moderno por eficácia e discrição.” – Opinião consolidada de especialistas como Dra. Gabriela Cavalari e Dra. Ana Sousa (2025).

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